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Mato Grosso do Sul
Ele vendeu a casa para virar piloto, mas pulo na piscina mudou tudo
Aos 33 anos, Washington já não ocupa a cabine de comando como fazia há três anos. O piloto profissional acredita que nasceu para voar, mas um acidente após um pulo ema piscina em 2023 mudou os planos. Natural de Regente Feijó, cidade no interior de São Paulo, Washington Marra cresceu fascinado pelos aviões. Mas a situação financeira da família tornava alguns sonhos mais distantes. A alternativa foi trabalhar desde cedo para alcançar seus objetivos. Ele passou anos como eletricista e encanador. Quando conseguiu concluir o curso de piloto privado, mudou-se para Presidente Prudente (SP) e construiu uma casa durante 5 anos. Após concluir a obra, vendeu o imóvel inteiro para bancar o curso de piloto comercial, que, na época, custava mais de R$120 mil. “Enquanto muita gente estava comprando carro ou aproveitando a juventude, eu estava investindo tudo nisso”, conta. Em 2018, logo depois de concluir a formação, foi contratado como instrutor teórico na escola onde estudou. Um ano depois, tornou..
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Ele vendeu a casa para virar piloto, mas pulo na piscina mudou tudo
Aos 33 anos, Washington já não ocupa a cabine de comando como fazia há três anos. O piloto profissional acredita que nasceu para voar, mas um acidente após um pulo ema piscina em 2023 mudou os planos. Natural de Regente Feijó, cidade no interior de São Paulo, Washington Marra cresceu fascinado pelos aviões. Mas a situação financeira da família tornava alguns sonhos mais distantes. A alternativa foi trabalhar desde cedo para alcançar seus objetivos. Ele passou anos como eletricista e encanador. Quando conseguiu concluir o curso de piloto privado, mudou-se para Presidente Prudente (SP) e construiu uma casa durante 5 anos. Após concluir a obra, vendeu o imóvel inteiro para bancar o curso de piloto comercial, que, na época, custava mais de R$120 mil. “Enquanto muita gente estava comprando carro ou aproveitando a juventude, eu estava investindo tudo nisso”, conta. Em 2018, logo depois de concluir a formação, foi contratado como instrutor teórico na escola onde estudou. Um ano depois, tornou..
É só abrir o porta-malas: Fábio assa chipa e até “chirros” dentro do carro
Quem passa pelo Parque dos Poderes logo cedo talvez não veja de imediato, mas sente o cheiro da chipa assando. É assim que muita gente descobre o carro de Fábio Spolador, de 49 anos, estacionado entre um expediente e outro, no vai e vem de servidores e frequentadores da região. Foi na Avenida do Poeta que ele montou um ponto de venda no porta-malas de uma Kangoo. O forno veio primeiro e, a partir dele, Fábio pensou em como organizar cada detalhe: o espaço para estoque, a bancada improvisada e a forma de transformar um carro comum em uma cozinha sobre rodas. “O pessoal que vem fica impressionado, pergunta quem teve a ideia, quem fez a montagem, e eu digo que saiu da minha cabeça”, comenta, em tom bem-humorado. O negócio tem pouco mais de 2 meses, mas já se tornou sua principal fonte de renda. Em casa, a esposa ainda ajuda a equilibrar as contas. Antes disso, a rotina era outra: foram cerca de 10 anos trabalhando com climatização, incluindo 3 anos e meio em Portugal. Quando voltou ao Bra..

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Ele vendeu a casa para virar piloto, mas pulo na piscina mudou tudo
Aos 33 anos, Washington já não ocupa a cabine de comando como fazia há três anos. O piloto profissional acredita que nasceu para voar, mas um acidente após um pulo ema piscina em 2023 mudou os planos. Natural de Regente Feijó, cidade no interior de São Paulo, Washington Marra cresceu fascinado pelos aviões. Mas a situação financeira da família tornava alguns sonhos mais distantes. A alternativa foi trabalhar desde cedo para alcançar seus objetivos. Ele passou anos como eletricista e encanador. Quando conseguiu concluir o curso de piloto privado, mudou-se para Presidente Prudente (SP) e construiu uma casa durante 5 anos. Após concluir a obra, vendeu o imóvel inteiro para bancar o curso de piloto comercial, que, na época, custava mais de R$120 mil. “Enquanto muita gente estava comprando carro ou aproveitando a juventude, eu estava investindo tudo nisso”, conta. Em 2018, logo depois de concluir a formação, foi contratado como instrutor teórico na escola onde estudou. Um ano depois, tornou..
É só abrir o porta-malas: Fábio assa chipa e até “chirros” dentro do carro
Quem passa pelo Parque dos Poderes logo cedo talvez não veja de imediato, mas sente o cheiro da chipa assando. É assim que muita gente descobre o carro de Fábio Spolador, de 49 anos, estacionado entre um expediente e outro, no vai e vem de servidores e frequentadores da região. Foi na Avenida do Poeta que ele montou um ponto de venda no porta-malas de uma Kangoo. O forno veio primeiro e, a partir dele, Fábio pensou em como organizar cada detalhe: o espaço para estoque, a bancada improvisada e a forma de transformar um carro comum em uma cozinha sobre rodas. “O pessoal que vem fica impressionado, pergunta quem teve a ideia, quem fez a montagem, e eu digo que saiu da minha cabeça”, comenta, em tom bem-humorado. O negócio tem pouco mais de 2 meses, mas já se tornou sua principal fonte de renda. Em casa, a esposa ainda ajuda a equilibrar as contas. Antes disso, a rotina era outra: foram cerca de 10 anos trabalhando com climatização, incluindo 3 anos e meio em Portugal. Quando voltou ao Bra..
Praticar esportes juntos fortalece a relação entre pai e filho?
Mais do que uma atividade física, o esporte também pode criar momentos de união, aprendizado e companheirismo dentro de casa. Você acredita que pais que praticam algum esporte junto com os filhos fortalecem a relação com eles? Essa é a pergunta deste sábado (8), véspera de Dia dos Pais. O Labo B quer saber sua opinião. Responda no final da matéria ou nas redes sociais. Praticar esportes em família pode ser uma forma de aproximar os integrantes. Ao compartilhar treinos, desafios e conquistas, os familiares passam mais tempo juntos e criam experiências que podem fortalecer a relação. Além da convivência, o esporte permite que pais e filhos aprendam juntos valores como respeito, disciplina, dedicação e companheirismo. O incentivo dos pais também pode fazer com que as crianças se sintam apoiadas.


