No Dia Mundial da Prematuridade, um abraço forte às mães de UTI
Você olha pela janela e vê o mundo girando normalmente. Calor de fim de tarde, crianças saindo da escola, carros tráfegando apressados, pessoas no ponto de ônibus, trabalhadores querendo chegar logo em casa para finalizar mais uma jornada diária. Mais um dia normal no cotidiano lá fora e você ali com o coração em pedaços pensando em como queria estar imersa à realidade do dia a dia, com seu bebê nos braços, coque no cabelo, pijama no corpo e a sensação de que as horas voam e se arrastam ao mesmo tempo, no saudoso caos de casa. Mas, não, as paredes pálidas hospital são sua morada nos últimos tempos e ainda não há data para o fim desta espinhosa hospedagem. O que se sabe é que o corpo está em frangalhos, mas a capa por fora é de fortaleza, afinal seu filho precisa de você. Pelo quarto passam enfermeiras, médicas, fisioterapeutas. Mexem com seu pequeno, brincam, porém no fim sempre vem uma picada, uma aspirada, um incômodo. E você ali de plateia, sem poder fazer nada. Hora de pôr soro e o..
Continuar lendo
