Indígenas de MS ficam fora do governo de transição
De fora – Dono da segunda maior população indígena do País, Mato Grosso do Sul não foi contemplado na equipe do governo de transição do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O grupo que tratará de políticas para os povos originários é composto por 10 integrantes, mas nenhum deles lideranças originárias das comunidades indígenas do Estado. Ligação – Juliana Cardoso, eleita deputada federal pelo PT e que fará parte da transição, não tem origem em Mato Grosso do Sul, mas tem ligação com o Estado. O pai dela, Jonas Cardoso, conhecido como Juruna, tem sangue Terena e é de Nioaque (MS). Na década de 60, ele migrou com parte da família para o estado de São Paulo, onde a filha nasceu, cresceu e fez carreira política. De MS para o mundo – Apesar de não fazerem parte do governo de transição, lideranças indígenas de Mato Grosso do Sul têm tido papel de destaque em eventos internacionais. Na semana passada, o advogado Eloy Terena, da Aldeia Ipegue, falou ao Conselho de Direitos Humano..
Continuar lendo
