Do drone ao “carrapato”: arsenal policial rastreava cargas para o tráfico
Uma carga de cocaína em atraso levou policiais envolvidos no esquema, segundo o GAECO (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado), a acertarem com o traficante Lucas da Silva dos Santos, o “LK”, a instalação de um “carrapato”, dispositivo de rastreamento por GPS, no veículo que transportaria o entorpecente. A ideia era acompanhar o carregamento e definir o momento mais oportuno para uma apreensão que permitiria o desvio de parte da droga. O detalhamento consta na investigação da Operação Infiltrados. O documento descreve uma engrenagem em que informações sobre cargas de drogas circulavam antes das apreensões oficiais. Mais que isso, segundo o GAECO, a estrutura das forças de segurança era usada para beneficiar o tráfico, localizar entorpecentes, acompanhar a movimentação de traficantes e, posteriormente, desviar parte das drogas que deveriam ser retiradas do mercado ilegal. No pedido de prisões e buscas e apreensões encaminhado à Justiça, o GAECO aponta que policiais s..
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