Três pessoas foram vítimas de golpes relacionados a processos e serviços jurídicos em Camapuã e Maracaju, com prejuízo total de R$ 43.867. Em um dos casos, o criminoso se passou por juiz para oferecer um suposto trabalho; no outro, a vítima foi convencida a espelhar o celular após receber a informação de que havia ganhado uma ação judicial. Os casos foram registrados como fraude eletrônica na Delegacia de Polícia Civil. Em Camapuã, um homem de 59 anos procurou a polícia após receber mensagens pelo WhatsApp de uma pessoa que se apresentou como um suposto juiz de Direito da comarca. O golpista afirmou que teria interesse em contratá-lo para um serviço temporário como motorista e disse que seria necessário o pagamento de determinados valores para que ele pudesse começar a trabalhar. Acreditando na história, a vítima realizou cinco transferências bancárias para contas de terceiros, nos valores de R$ 4.880, R$ 4.570, R$ 3.990, R$ 2.980 e R$ 1.500. Além disso, sacou R$ 1.500 em espécie e fez o depósito conforme orientação recebida pelo criminoso. O prejuízo chegou a R$ 17.920. Somente depois das movimentações financeiras, o homem percebeu que havia sido enganado e que o interlocutor provavelmente havia utilizado falsamente a identidade do magistrado para obter dinheiro. Já em Maracaju, um homem de 67 anos e uma mulher de 39 anos foram vítimas de outro golpe envolvendo um suposto processo judicial. A mulher recebeu uma mensagem pelo WhatsApp informando que havia ganhado uma ação da qual fazia parte. Na sequência, o criminoso orientou que ela espelhasse o celular com ele. O golpista também pediu acesso ao aparelho do marido. Após o procedimento, aproximadamente R$ 15.700 foram retirados da conta do homem, mantida no Bradesco. Da conta da mulher, na Caixa Econômica Federal, foram retirados R$ 2.947 e outro valor de aproximadamente R$ 7.300. Conforme o registro policial, os valores foram enviados para uma conta vinculada a uma mulher. O valor do prejuízo chegou a R$ 25.947.


