Vítima de grupo que coagiu adolescente morta foi usada para atrair meninas
“Ela não se tornava membro desse grupo. Ela teria que exercer outras funções, como, por exemplo, trazer outras meninas para esse grupo ou praticar atos contra animais.” A afirmação é da delegada Anne Karine Trevisan, titular da DEPCA (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente) de Mato Grosso do Sul, ao revelar uma nova dinâmica identificada na investigação da Operação Lívia. A informação foi divulgada na manhã desta quinta-feira (17), durante coletiva de imprensa realizada na Delegacia-Geral da Polícia Civil. Segundo a Polícia Civil, uma das vítimas submetidas a automutilações pelos grupos chegou a exercer funções determinadas pelos integrantes das comunidades, entre elas atrair outras meninas e praticar atos de violência contra animais. Também participou da coletiva Ivan Barreira, delegado e diretor do DPE (Departamento de Polícia Especializada). A investigação aponta que essas comunidades, chamadas pelos próprios integrantes de “panelas”, funcionavam com uma estr..
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